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07/02/2012

Grande perigo durante o carnaval; Denuncie!


Durante o Carnaval, crianças e adolescentes ficam mais expostos a situações de violência e abuso em muitas cidades do País. Por isso, neste período, o Governo Federal dá ênfase à Campanha Nacional de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes para lembrar que violência sexual é crime e deve ser denunciada.
“É uma época em que as pessoas tendem a encarar as situações com um senso de maior permissividade e as referências morais são um pouco relativizadas. Nesse contexto, abre-se mais possibilidades de violência, especialmente a sexual, contra crianças e adolescentes”, afirma Joacy Pinheiro, coordenador do Disque Denúncia, o Disque 100.

Segundo relatório realizado pelo órgão, entre janeiro e dezembro de 2010, 80% dos jovens expostos à violência eram do sexo feminino, a maioria das denúncias foram registradas na região nordeste do país, seguido por sudeste, sul, norte e centro-oeste.  São Paulo foi o estado que mais denunciou abusos.

Seja pela força ou outra forma de coerção, a violência sexual contra jovens é uma violação que se traduz pelo abuso e/ou exploração do corpo e da sexualidade de meninas e meninos, expondo-os a atividades sexuais impróprias para o desenvolvimento físico, psicológico e social. 

Há diferença entre o abuso e a exploração sexual. O primeiro se define por qualquer ato de natureza ou conotação sexual em que adultos submetam menores de idade a situações de estimulação ou satisfação sexual, imposto pela força física, pela ameaça ou pela sedução. O agressor costuma ser um integrante da família ou conhecido. Já a exploração pressupõe uma relação de mercantilização, em que o sexo é fruto de uma troca, seja ela financeira, de favores ou presentes. A exploração sexual pode se relacionar a redes criminosas mais complexas e envolver um aliciador, que lucra intermediando a relação da criança ou do adolescente com o cliente.
 Como indentificar
O surgimento de objetos pessoais,brinquedos, dinheiro e outros bens que estão além das possibilidades financeiras de uma criança e da família podem indicar o favorecimento ou aliciamento de crianças e adolescentes. 

rianças e adolescentes também demonstram, quase sempre de maneira não-verbal, que foram vítimas de situações de maus tratos e de abuso sexual. Fique atento para alguns indicadores na conduta da criança/adolescente:

Sinais corporais


Enfermidades psicosomáticas, que são uma série de problemas de saúde sem aparente causa clínica, como dores de cabeça, erupções na pele, vômitos e outras dificuldades digestivas que têm, na realidade, fundo psicológico e emocional;
Doenças sexualmente transmissíveis, diagnosticadas em coceira na área genital, infecções urinárias, odor vaginal, corrimento ou outras secreções vaginais e penianas e cólicas intestinais;
Dificuldade de engolir devido à inflamação causada por gonorréia na
 garganta ou reflexo de engasgo hiperativo e vômitos (por sexo oral);
Dor, inchaço, lesão ou sangramento nas áreas da vagina ou ânus;
Ganho ou perda de peso visando afetar a atratividade do agressor;
Traumatismo físico ou lesões corporais por uso de violência física.

Sinais comportamentais

Medo ou pânico de certa pessoa o sentimento generalizado de desagrado quando é deixado sozinho em algum lugar com alguém;
Medo do escuro ou de lugares fechados;
Mudanças extremas súbitas e inexplicadas no comportamento, como oscilações no humor entre retraído e extrovertido;
Mal estar pela sensação de modificação do corpo e confusão de idade;
Regressão a comportamentos infantis, como choro excessivo sem causa aparente, enurese (xixi na cama) e chupar dedos;
Tristeza, abatimento profundo ou depressão crônica. Fra
co controle de impulsos e comportamento autodestrutivo ou suicida;
Baixo nível de auto-estima e preocupação exagerada em agradar os outros;
Vergonha excessiva, inclusive de mudar de roupa na frente de outras pessoas;
Culpa e autoflagelação;
Ansiedade generalizada, tensão;
Comportamento agressivo, raivoso, principalmente dirigido contra irmãos e um dos pais não incestuoso;
Alguns podem apresentar transtornos dissociativos na forma de personalidade múltipla.

Sexualidade 

Interesse ou conhecimento súbitos e não usuais sobre questões sexuais;
Expressão de afeto sensualizada ou mesmo certo grau de provocação erótica, inapropriado para uma criança;
Desenvolvimento de brincadeiras sexuais persistentes com amigos, animais e brinquedos;
Masturbar-se compulsivamente;
Relato de avanços sexuais por parentes, responsáveis e outros adultos;
Desenhar órgãos genitais com detalhes além de sua capacidade etária.
Hábitos, cuidados corporais e higiênicos
Abandono de comportamento infantil, de laços afetivos, de antigos hábitos lúdicos, de fantasias, ainda que temporariamente;
Mudança de hábito alimentar – perda de apetite (anorexia) ou excesso de alimentação (obesidade);
Padrão de sono perturbado por pesadelos frequentes, agitação noturna, gritos, suores, provocados pelo terror de adormecer e sofrer abuso;
Aparência descuidada e suja pela relutância em trocar de roupa;
Resistência em participar de atividades físicas;
Frequentes fugas de casa;
Práticas de delitos;
Envolvimento em prostituição infanto-juvenil;
Uso e abuso de substâncias como álcool, drogas lícitas e ilícitas.

Relacionamento social

Tendência ao isolamento social com poucas relações com colegas;
Relacionamento entre crianças e adultos com ares de segredo e exclusão dos demais;
Crianças e adolescentes também demonstram, quase sempre de maneira não-verbal, que foram vítimas de situações de maus tratos e de abuso sexual.

06/02/2012

Participe nesta terça-feira, 07/02, da mobilização pelo Dia da Internet Segura

 

O uso responsável e seguro das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC´s) é o tema de diversas atividades que acontecem pelo mundo no dia 7 de fevereiro, data em que é promovido o Dia da Internet Segura. Neste ano, mais de 70 países estão participando da mobilização que tem como tema “Conectando gerações: descobrindo o mundo digital juntos... com segurança!”.

Aqui no Brasil, já estão programadas 50 ações distribuídas em todos os estados. Dessas, 14 ocorrerão em São Paulo como debates em colégios, em organizações da sociedade, além de outras atividades junto à Polícia Federal e o Ministério Público. 
O Dia da Internet Segura (http://www.diadainternetsegura.org.br) é uma idéia proveniente da INSAFE, uma rede que agrupa as organizações que trabalham na promoção do uso consciente da Internet nos países da União Européia (EU). No Brasil a organização do evento está sob a responsabilidade da SaferNet Brasil (http://www.safernet.org.br/) , do Ministério Público (http://www.prsp.mpf.gov.br/) e do Comitê Gestor da Internet (http://www.cgi.br/). Qualquer pessoa pode participar dessa mobilização, divulgando, por exemplo, os vídeos e materiais educativos da campanha por meio do e-mail e das redes sociais.

Cartilhas

Confira as cartilhas disponíveis abaixo, saiba mais sobre a utilização correta da internet e obtenha dicas sobre prevenção de abusos online e como fazer denúncias.

Safer Dic@as
Cartilha da SaferNet Brasil orienta sobre o uso da Internet.

Arquivo em .pdf
Arquivo online

Navegar com segurança
Cartilha da Childhood Brasil fala sobre pornografia e abusos online. Também orienta sobre como fazer denúncias e formar redes de proteção na escola e na família.
Arquivo em .pdf

Dicas do uso seguro de Telas Digitais
Cartilha do Educarede dá dicas sobre o uso de telas digitais como Internet, televisão, celular e videogame.
Arquivo em .pdf

Jogos

Game do Edu - Internet Responsável

03/02/2012

"Sempre Alerta" O 99º Grupo de Escoteiros São João do Principe realiza seu primeiro acampamento de férias


O 99 GE São João do Príncipe de São João do Sabugi-RN realizou nos dias 27, 28 e 29 de janeiro de 2012 seu 1° Acampamento de férias do Grupo Escoteiro. A atividade aconteceu há oito quilômetros distantes da sede do município, precisamente no Sítio Mata-Fome de propriedade de familiares do senhor Chico Delfino. Tudo teve início com uma caminhada de sete quilometro que durou cerca de duas horas da zona urbana até a sede da propriedade, onde foi montado um acampamento improvisado com barracas e o mínimo de estrutura disponível no momento, caracterizando a vida ao ar livre.








 



Após pernoitar a primeira noite de acampamento, o grupo caminhou mais um quilômetro, desta vez chegando ao seu destino final. Lá 
foi dado início ao acampamento com hasteamento do pavilhão nacional, renovação de promeça escoteira, seguido do café servido pela chefia do grupo sob a coordenação das chefes escoteira e cozinheiras Livanda Lopes e Valdomira Lucena  . Durante os três dias de acampamento, as quatro patrulhas existente na tropa escoteira, estiveram em seus subcampos pré escolhidos pela chefia do grupo e distribuídos por via de sorteio realizado entre os monitores das patrulhas FALCÃO; GAIVOTA; LOBO e LEÃO. 
No sábado dia 28/01, os escoteiros receberam durante a tarde e noite visitas de vários pais e responsáveis, que juntamente aos participantes do acampamento participaram do “fogo de conselho”, quando todos tiveram a oportunidade de assistirem a realização de peças teatrais  referente as drogas lícitas e ilícitas sob a direção da pedagoga e chefe escoteira Livanda Lopes, além de assistirem palestras sobre o perigo das drogas lícitas e ilícitas ministrada pelo conselheiro tutelar Damião Mariz com a utilização do data show. A finalização das atividades noturnas com o momento de espiritualidade com a leitura do evangelho de Marcos cap. 4 35-41 seguido de um breve comentário foi realizado  pelo escotista Railson Medeiros. 












No decorrer das atividades diurnas, foram realizados diversos jogos visando o condicionamento físico dos escoteiros, bem como jogo de perguntas e respostas com “torta na cara” para os não sabedores das da respostas, exercitando assim a memória dos participantes. Além dos jogos, os chefes estiveram a todo tempo buscando enfatizar a disciplina dos membros da tropa escoteira, como também a conscientização ambiental. No quesito referente ao bom uso dos recursos minerais da Terra, a coordenação do acampamento submeteu os participantes do acampamento a experimentarem tomar banho com um tempo pré - estabelecido pela chefia que foi dividido em um primeiro momento de 30 segundos de chuveiro ligado alternado de alguns segundos, vindo com um segundo momento de mais 30 segundo de chuveiro ligado, assim finalizava o banho. Essa atitude visava levar os escoteiros a melhor utilizarem a água na hora do banho em suas residências, bem como tentar conscientizar seus familiares da questão ambiental em foco.   Vale salientar que todas as atividades do 99 GE foram previamente planejadas por seus dirigentes, visando o sucesso futuro. Com a filosofia do “aprender fazendo”, os escoteiros estiveram a oportunidade de assimilar algo nunca visto no decorrer de suas vidas.

 O Grupo de Escoteiro São João do Príncipe contou com diversos parceiros importantes para a realização do acampamento, entre os quais, elenca-se instituições públicas e filantrópicas, além de vários sabugienses, sendo alguns deles antigos escoteiros que cederam diversos equipamentos  para que fosse realizado o 1° Acampamento de Férias do 99 GE.
Dentre as curiosidades do acampamento, destacou-se a Estação de Bombeamento que possibilitava distribuição d’ água para os devidos fins, tais como o chuveiro do banheiro como também a pia da lavanderia improvisada, bem como a Estação de Rádio Comunicação facilitando a comunicação entre o local do acampamento com as demais localidades, até mesmo outros municípios de Estados nordestinos como Paraíba; Pernambuco e Ceará. 
























Fonte: Railson Medeiros 

02/02/2012

ONG CRIANÇA SEGURA divulga retrato das mortes de crianças por afogamentos no Brasil

O afogamento é a segunda causa de morte, entre os acidentes, de crianças e adolescentes até 14 anos no Brasil. Apenas atrás dos acidentes de trânsito, o afogamento representou 28% dos óbitos por acidentes. Para compreender melhor os dados, gerar alerta para a população e incentivar a adoção de políticas públicas voltadas à prevenção deste acidente, a CRIANÇA SEGURA realizou um estudo tendo como base números de mortalidade de 2009, os mais atuais divulgados pelo Ministério da Saúde. 

Foram 1376 mortes por afogamentos no total. Este risco está presente principalmente em rios, mares e lagos. O estudo mostrou que 45% dos óbitos ocorreram em águas naturais somando-se ainda mais 6% relacionados a quedas em águas naturais. A piscina representa o segundo principal perigo. Foi responsável por 7% das mortes – somando a este número quedas em piscinas também. Vale ressaltar que 37% dos afogamentos não tiverem local identificado e 5% foram classificados como outros.

As idades e sexo das crianças vítimas destes acidentes também foram considerados. As mortes com crianças de 10 a 14 anos representaram 36%, com crianças de 1 a 4 anos, 35%, 5 a 9 anos, 26% e 3% no caso das crianças com menos de 1 ano. Os meninos foram vítimas duas vezes mais que as meninas, sendo 67% das mortes por afogamentos com garotos e 33% envolvendo garotas.

Ranking por regiões e unidades da federação
O estado do Amapá foi o campeão em mortes de crianças vítimas de afogamentos, com taxa de 31,03 por cem mil habitantes, seguido de Espírito Santo, com 22,14, Mato Grosso com 21,08, Paraíba, com 20,61 e Alagoas, com 20,13. O Distrito Federal representou a menor taxa: 9,25. 

Considerando as regiões do País, o Norte ocupou o primeiro lugar no ranking, seguido pelas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sul e Sudeste: 

Regiões
Taxa por cem mil habitantes
1- Norte
5,30
2- Centro-Oeste
3,57
3- Nordeste
3,22
4- Sul
2,67
5- Sudeste
2,07


Em 2009, foram gastos R$ 254.787,00 no tratamento e recuperação de crianças sobreviventes. Além das mortes, neste mesmo ano, 231 crianças foram hospitalizadas vítimas de afogamentos. O afogamento é um acidente fatal na maioria das vezes. Geralmente, a criança está acompanhada de outras crianças que não conseguem resgatá-la e acabam morrendo também. No caso da criança estar em casa, esse é um acidente silencioso, e quando descoberto, já pode ser tarde para salvá-la. Poucos minutos, cerca de quatro sem respirar, já são suficientes para causar lesões graves no cérebro e até mesmo a morte.

Prevenindo os afogamentos:
O mais importante é que essas mortes podem ser evitadas com atitudes simples de prevenção. São questões como a falta da cultura da prevenção e dos espaços adequados de lazer que fazem desta uma das principais causas de mortes por acidentes no mundo. A CRIANÇA SEGURA acredita que os afogamentos podem ser reduzidos em grande parte com políticas e programas de conscientização sobre os riscos e cuidados para as famílias, além de aulas de natação para as crianças.

Dicas de prevenção:
-          Supervisão total do adulto;
-          Uso de colete salva-vidas pelas crianças em piscinas, mares e rios;
-          Armazenamento de baldes e banheiras com água no alto e virados para baixo, quando vazios;
-          Banheiros e vasos sanitários fechados;
-          Esvaziar piscinas infantis e tampar com lona bem presa as piscinas “regan” após o uso.

Fonte: Criança Segura

Número de interessados em adotar crianças é cinco vezes maior que o de jovens disponíveis


O número de pessoas que desejam adotar uma criança no Brasil é quase cinco vezes maior que o de crianças e adolescentes disponíveis – são 27.298 interessados para 4.985 jovens à espera de uma nova família. A discrepância, segundo dados apurados em 10 de janeiro com base no Cadastro Nacional de Adoção (CNA), se justifica por causa da exigência que os interessados fazem com relação ao perfil da criança.  Segundo o coordenador CNA e também juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça Nicolau Lupianhes, esse é o principal entrave ao processo de adoção.
“Na maioria dos casos, os pretendentes tem um perfil de criança desejado. Geralmente é branca, menina, com até quatro anos, que não seja portadora de nenhuma moléstia nem pertença a grupos de irmãos. Por isso, o número de pretendentes é bem maior”, destacou Lupianhes.
De acordo com o levantamento, dentre os inscritos no cadastro, apenas 34,53% são indiferentes à raça do filho (a) pretendido. Dos interessados, 91,03% manifestaram o desejo por adotar brancos. Aceitam pardos 61,12% e negros 34,28% dos pretendentes.
A maior parte dos inscritos (82,76%) tem interesse em adotar apenas uma criança. Segundo o CNA, 82,14% manifestaram o desinteresse por adotar irmãos. Outros 80,28% negam-se a adotar até mesmo gêmeos.
No que diz respeito ao gênero, 33,23% dos pretendentes manifestaram interesse por adotar meninas e apenas 9,60% desejam meninos. Aqueles indiferentes ao sexo da criança/adolescente somam 58,89% dos inscritos no Cadastro Nacional de Adoção.
Com relação à idade, a preferência é praticamente por bebês – 17,97% desejam crianças até um ano de idade; 19,90% de um aos dois anos; 20,50% de dois aos três anos; 18,32% de três aos quatro anos. Pessoas interessadas em adotar crianças com mais de oito anos somam menos de 1%.
Crianças cadastradas

Os dados do Cadastro Nacional de Adoção indicam que o perfil de muitas das crianças e adolescentes disponíveis foge ao exigido pelos pretendentes. No que se refere à etnia, por exemplo, a maior parte das crianças (45,40%) é parda. Negras somam 18,88% e brancas 34,56%.
De acordo com o levantamento, 76,85% daqueles que estão à espera de uma nova família possuem irmãos, sendo 34,44% deles com o familiar também inscrito no CNA. Ainda segundo o cadastro, 22,21% das crianças e adolescentes disponíveis registram algum tipo de problema de saúde.
Curso de preparação

De acordo com o coordenador do CNA, a edição da Nova Lei da Adoção (12.010/2009) tem contribuído para mudar o pensamento dos muitos pretendentes de que o filho adotado tem que ter traços semelhantes aos dos pais adotivos. Nicolau Lupianhes ressaltou que a construção de uma família independe de cor ou idade.
“A norma exige que o pretendente faça um curso de preparação. Isso tem sido muito bom, pois tem ajudado os interessados a mudarem as exigências do perfil, o que é salutar”, afirmou.
“Se alguém comparecer à Vara da infancia-e-juventude e não relatar exigência com relação à idade, sexo ou gênero, essa pessoa terá um filho em pouquíssimo tempo”, acrescentou Lupianhes.
O Cadastro Nacional de Adoção foi criado pelo Conselho Nacional de Justiça, em abril de 2008, para reunir informações a respeito de pretendentes e crianças e adolescentes disponíveis em todo o Brasil. O objetivo do mecanismo é tornar mais ágil o processo de adoção e possibilitar a realização de políticas públicas na área.
Fonte: Agência CNJ de Notícias